Lançado nos Estados Unidos na última quarta-feira, o console PS Vita, da Sony, deve brigar com seu rival imediato, o Nintendo 3DS. Mas um rival silencioso, o smartphone, deve comer um pedaço não desprezível do mercado de consoles portáteis, e tanto os desenvolvedores de títulos como os próprios fabricantes estão apreensivos.
O Vita e o 3DS são os caçulas de uma família que já teve ancestrais de peso como Game Boy, também da Nintendo, o PSP, da Sony, o Lynx, da Atari e até mesmo os antiquíssimos Game & Watch. Porém, ambos correm o risco de morrer abraçados e serem os últimos dessa linhagem.
Ambos os dispositivos nasceram na presente época dos smartphones, nos quais jogos podem ser rodados. Embora sejam, de fato, mercados diferentes, a “ameaça vermelha” dos smartphones já tem causado estragos nas vendas dos consoles portáteis, especialmente entre jogadores casuais. Os consoles, é fato, têm maior poder de procesamento e capacidade de vídeo, além de controles dedicados, mas há uma grande parcela de jogos populares que não precisam desse aparato todo. e rodam da mesma forma tanto neles quanto em smartphones.
Um exemplo é o título Plants vs Zombies, um jogo originalmente feito para o iPhone e que foi lançado para o PlayStation Vita semana passada. A disponibilidade do título é um exemplo cabal da interpolação entre os dois mercados – e, para muitos jogadores eventuais, não vale a pena adquirir um console portátil para “jogatina séria” sendo que dá para se distrair no ônibus com o smartphone que já tem.
Trocando em mipudos, o PS Vita tem a árdua tarefa de convencer uma grande parcela dos consumidores – que ja têm a opção de jogar em seus smartphones – de que há vantagens em possuir um console específico. O objetivo é considerado difícil por muitos analistas, segundo o Slate Contrariando aqueles que vêem a jogada como arriscada, Jack Tretton, presidente da Sony Computer Entertainment of America, acredita que existe um grande mercado de consumidores para o Vita. “O público-alvo é o proprietário de um PS3. Existem 60 milhões deles por aí”, disse. Nos Estados Unidos, o novo console da empresa asiática custa 250 dólares, o mesmo preço do Xbox 360, da Microsoft.
O Vita, que chega somente agora aos Estados Unidos, já vendeu 500 mil unidades no Japão, onde foi lançado, em dezembro. Apesar do número, o Vita lutará contra o estigma do Nintendo 3DS, dispositivo semelhante ao da Sony, que teve vendas aquém do esperado, apesar de todo o hype.
O Vita e o 3DS são os caçulas de uma família que já teve ancestrais de peso como Game Boy, também da Nintendo, o PSP, da Sony, o Lynx, da Atari e até mesmo os antiquíssimos Game & Watch. Porém, ambos correm o risco de morrer abraçados e serem os últimos dessa linhagem.
Ambos os dispositivos nasceram na presente época dos smartphones, nos quais jogos podem ser rodados. Embora sejam, de fato, mercados diferentes, a “ameaça vermelha” dos smartphones já tem causado estragos nas vendas dos consoles portáteis, especialmente entre jogadores casuais. Os consoles, é fato, têm maior poder de procesamento e capacidade de vídeo, além de controles dedicados, mas há uma grande parcela de jogos populares que não precisam desse aparato todo. e rodam da mesma forma tanto neles quanto em smartphones.
Um exemplo é o título Plants vs Zombies, um jogo originalmente feito para o iPhone e que foi lançado para o PlayStation Vita semana passada. A disponibilidade do título é um exemplo cabal da interpolação entre os dois mercados – e, para muitos jogadores eventuais, não vale a pena adquirir um console portátil para “jogatina séria” sendo que dá para se distrair no ônibus com o smartphone que já tem.
Trocando em mipudos, o PS Vita tem a árdua tarefa de convencer uma grande parcela dos consumidores – que ja têm a opção de jogar em seus smartphones – de que há vantagens em possuir um console específico. O objetivo é considerado difícil por muitos analistas, segundo o Slate Contrariando aqueles que vêem a jogada como arriscada, Jack Tretton, presidente da Sony Computer Entertainment of America, acredita que existe um grande mercado de consumidores para o Vita. “O público-alvo é o proprietário de um PS3. Existem 60 milhões deles por aí”, disse. Nos Estados Unidos, o novo console da empresa asiática custa 250 dólares, o mesmo preço do Xbox 360, da Microsoft.
O Vita, que chega somente agora aos Estados Unidos, já vendeu 500 mil unidades no Japão, onde foi lançado, em dezembro. Apesar do número, o Vita lutará contra o estigma do Nintendo 3DS, dispositivo semelhante ao da Sony, que teve vendas aquém do esperado, apesar de todo o hype.
Via: Yahoo!






















































